Aranha Argíope


Nome científico: Argiope argentata, Argiope bruennichi
Época: Era Cenozóica, Período Neógeno, época Holocena (dias de hoje)
Tamanho: até 5 centímetros de comprimento
Local onde vive: Brasil

As Argíopes são conhecidas também como “aranhas-assinatura” devido a uma característica curiosa da sua teia: ela possui desenhos (ou no centro ou partindo dele) em formato de zigue-zague, como se fosse uma “assinatura”. O motivo desse bicho “assinar” na teia ainda é debatido, mas é possível que seja como uma “sinalização” para que pássaros e animais maiores desviem da teia e não a quebrem. O aspecto dessa aranha varia muito (enquanto que no Brasil seu abdômen é prateado e cheio de saliências, na Europa seu abdômen é oval e listrado), mas em todos os casos a fêmea é incrivelmente maior que o macho e sempre o devora na hora do acasalamento...

Titanossauro de Adamantina





Nome científico: Adamantisaurus mezzalirai
Época: Era Mesozoica, período Cretáceo
Tamanho: provavelmente 15 metros de comprimento
Local onde viveu: Brasil

No Brasil temos cerca de 21 espécies de dinossauros corretamente identificados, e uma delas é o Titanossauro de Adamantina ou Adamantissauro. Apenas seis vértebras de sua cauda foram encontradas na Formação geológica de Adamantina, em São Paulo, mas foi o suficiente para que, em comparação com fósseis de espécies similares, pudesse ser classificado como uma espécie a parte. Apesar do pouco material fóssil, supõe-se que era um dinossauro muito grande, com longo pescoço e cauda. Talvez até fosse blindado, como os animais da sua família, mas até o momento a sua aparência exata é incerta.

Você pode ver os fósseis originais desse dinossauro atualmente no museu do Parque d'água branca - SP.


Tem palestra na próxima exposição História da Vida!

Uma novidade para quem acompanha as exibições da exposição História da Vida: a partir da próxima exibição (dia 8 de Agosto) palestras de temas variados irão acompanhar a exposição!


A palestra que abre essa "nova fase" da exposição História da Vida será sobre a polêmica "Criação X Evolução" da equipe Origens - Um Novo Olhar, que possui parceria com o Fossilis! Conheça mais sobre o trabalho deles acessando http://genesisum.blogspot.com.br/p/palestras-verdadeira-origem.html

Além disso, a exposição seguirá com novidades, tanto de espécies (como o Mosassauro, Hienodonte e Brontossauro, inéditos nessa exposição) tanto de formato! Então não perca, dia 8 de Agosto na Biblioteca Vila Sá! Esperamos você!




Cefaláspis






Nome científico: Cephalaspis lielli
Tamanho: em torno de 50 centímetros de comprimento
Época: Era Paleozóica, períodos Siluriano e Devoniano
Local onde viveu: Europa

No tempo em que o planeta era dominado por escorpiões-do-mar e trilobitas, apareciam nos oceanos os primeiros peixes: os “peixes-sem-maxila” ou Ostracodermos. O Cefaláspis era um um deles, e era muito comum em sua época.Também tinha escamas grossas,e uma característica interessante:uma dura cabeça que o deveria tornar mais lento,tornando-o presa dos mais temíveis caçadores de sua época, como os escorpiões-do-mar. Sua cabeça também é o motivo de seu nome (Cefaláspis significa "cabeça de escudo").

Coritossauro






Nome científico: Corythosaurus casuarius
Tamanho: 9 metros de comprimento
Época: Era Mesozoica, período Cretáceo
Local onde viveu: América do Norte

Algumas espécies de dinossauro “bico de pato” tinham um diferencial curioso: cristas de vários formatos em suas cabeças, ocas, que funcionavam como uma caixa de ressonância, permitindo ao animal fazer um som extremamente alto, ou seja, eles utilizavam a crista como uma “corneta”! Conforme a crista mudava o formato, o som sairia diferente. O Coritossauro, com uma crista em forma de capacete romano, talvez produzisse um som similar ao de um trompete, permitindo avisar o bando a respeito da presença de um T-rex, por exemplo.

Brontossauro







Nome científico: Brontosaurus excelsus
Tamanho: até 29 metros de comprimento
época: Era Mesozoica, período Jurássico
Local onde viveu: América do Norte

O Brontossauro movimentava-se constantemente, alimentando-se dia e noite. Quando eles passavam, o chão tremia porque um animal adulto pesava o equivalente a cinco elefantes. A ideia do estrondo que um animal podia fazer ao caminhar deu nome ao Brontossauro, o "lagarto trovão". Além disso acredita-se que o Brontossauro, para se defender de predadores como o Alossauro usava a longa cauda como um chicote, ou erguia-se nas patas dianteiras, expondo as garras do polegar e usando a cauda como “tripé”.
Curiosidade: Décadas após a sua descoberta, foi proposto que ele era sinônimo de outro dinossauro, o Apatossauro. Só este ano é que “Brontossauro” voltou, com mais estudos, a ser um gênero válido.

Mosassauro




Mosassauro retratado no filme "Jurassic World"


Nome científico: Mosasaurus hofmanni
Tamanho: até 18 metros de comprimento
Época: Era Mesozoica, período Cretáceo
Local onde viveu: Europa

O Mosassauro foi um dos maiores e mais perigosos répteis marinhos de todos os tempos, e seguramente o maior da sua época. Parentes do atual dragão de Komodo e uma das “estrelas” do filme Jurassic World, os esses bichões eram lagartos marinhos que aterrorizaram os mares da Era Mesozoica. Ele – que deu nome ao grupo conhecido como “Mosassaurídeos” (que inclui espécies como o Tilossauro e o Platecarpo) tinha um corpo bem robusto (se comparado ao Tilossauro) e mandíbulas com dentes afiados curvados para trás, perfeitos para pegar peixes escorregadios e triturar conhas duras e resistentes, além de uma perfeita adaptação corporal para o nado.