Tilossauro




Nome científico: Tylosaurus proriger
Tamanho: cerca de 15 metros de comprimento
Época: Era Mesozoica, período Cretáceo
Local onde viveu: América do Norte

O Tilossauro foi um dos maiores de seu grupo. Apesar do focinho comprido e um corpo bastante esguio, essa criatura era na verdade um enorme lagarto aquático, do grupo dos Mosassauros, parentes do atual Dragão de Komodo, porém totalmente adaptados a vida marinha, com um plano corporal perfeito para o nado. O corpo esguio do Tilossauro fazia essa criatura parecer uma enorme serpente marinha. Eles se alimentavam de peixes, tartarugas, outros mosassauros, tubarões, aves mergulhadoras e tudo o que se movimentasse nos mares rasos do continente Norte Americano.

Compsognato




Nome científico: Compsognathus longipes
Tamanho: cerca de 74 centímetros de comprimento
Época: Era Mesozoica, período Jurássico
Local onde viveu: Alemanha

Nem todos os dinossauros eram gigantescos e parrudos... Em 1850, fósseis do pequeno dinossauro Compsognato, um dos menores que já existiram, foram descobertos na Alemanha, revelando também a sua dieta graças a ossos de lagarto encontrados em sua barriga. Mais estudos foram feitos e outros exemplares foram encontrados, e hoje sabemos que ele era um dinossauro aparentado com as aves e que, apesar de pequeno, era muito voraz e extremamente rápido (a distância entre as pegadas fósseis desse dinossauro é um indicativo disso).

Carcarodontossauro




Nome científico: Carcharodontosaurus saharicus
Tamanho: 14 metros de comprimento
Época: Era Mesozoica, período Cretáceo
Local onde viveu: África

Figurando entre os maiores dinossauros carnívoros que já existiram (era maior que o T-rex e quase alcaçava o tamanho do Giganotossauro), o Carcarodontossauro – cujo nome significa “réptil com dentes de tubarão” – possuía dentes próprios para serrar e cortar, mas não perfurar. Com eles esse dinossauro conseguia morder com extrema força, 3 vezes maior que a de qualquer jacaré ou crocodilo de hoje. E essa bocarra não entrava em ação apenas nas caçadas: há evidências fósseis de que eles se mordiam entre si, talvez em lutas por território. Se essa espécie era, de fato, territorial, certamente o Carcarodontossauro deve ter travado batalhas com outros predadores de seu tempo, como o crocodilo Sarcossuco e o Espinossauro, o maior dinossauro carnívoro de todos os tempos.

Henódus




Nome científico: Henodus chelyops
Tamanho: até 1 metro de largura
Época: Era Mesozoica, Período Triássico
Local onde viveu: Alemanha

Apesar de se parecer com uma tartaruga esmagada, o Henódus era na verdade um placodonte, estranhos répteis marinhos da Era Mesozoica. O Henódus era relativamente grande, com dois dentes de cada lado da boca e um bico no meio, além de uma cabeça tão achatada que parecia ter sido esmagada. Seu casco, no entanto, parecia uma “panqueca” e possuía um número muito maior de ossos que o das tartarugas. Fósseis de Henódus foram encontrados na Alemanha, e cientistas calculam que essa espécie tenha vivido no final do Triássico.

Euparquéria




Nome científico: Euparkeria capensis
Tamanho: 60 cm de comprimento Dieta: carnívora
Época: Era Mesozoica, período Triássico
Local onde viveu: América do Sul

É estranho imaginar que tenha existido crocodilos terrestres na pré-história, mas o fato é que existiram sim – e vários. Variavam muito no tamanho, e alguns deles deram origem aos dinossauros. Um dos mais conhecidos dessa linhagem foi o Euparquéria, um réptil pequeno se comparado com os outros membros de seu grupo, que chegavam a até 6 metros. Esses animais conseguiam galopar atrás de suas presas e, e em alguns casos, andar ereto, isso graças ás longas pernas.

Ictiossauro




Nome científico: Ichthyosaurus breviceps
Tamanho: até 2 metros de comprimento
Época: Era Mesozoica, Período Jurássico
Local onde viveu: Europa

Aparentemente, os Ictiossauros se assemelhavam a golfinhos rechonchudos, mas na verdade, eram répteis, aliás, os répteis mais adaptados a vida aquática do qual se tem notícia. Seu corpo era hidrodinâmico, perfeito para a vida marinha, e sua dieta era à base de peixes e moluscos (fósseis desses animais foram encontrados juntos ao dos desse réptil). Além disso, seus olhos eram enormes, garantindo uma ótima visão, e ainda – graças a esqueletos soterrados indicando esse exato momento – há indícios de que os ictiossauros davam à luz embaixo d’água, tal qual os mamíferos fazem atualmente

Giganotossauro



Nome científico: Giganotosaurus carolini
Tamanho: até 16 metros de comprimento
Época: Era Mesozóica, período Cretáceo
Local onde viveu: Patagônia, Argentina

Tudo indica que esse dinossauro volumoso foi o maior dinossauro carnívoro da América do Sul, e só não é o maior do mundo porque disputa em volume com o Carcarodontossauro, e em comprimento com o Espinossauro, ambos procedentes do Continente Africano. Em seu território, esse deveria ser o animal mais perigoso e temido, o único que poderia abater, talvez em grupo, o Argentinossauro, um dos maiores herbívoros de todos os tempos. Análises na sua dentição e anatomia mostram que, assim como seu antepassado o Alossauro, esse dinossauro titânico era adaptado para atacar presas em movimento, mas é quase certo que ele não negaria uma carcaça de vez em quando.